quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Vídeo: Psiquiatra Italiano: "Precisamos de uma Revolução Cristã"



Sensacional, simples e direto discurso do psiquiatra Alessandro Meluzzi, que começa falando sobre como as pessoa estão hoje cegas e surdas ao ponto de não conseguirem defender seus valores.

Ações políticas de viés marxistas procuraram destruir as distinções entre homens e mulheres, pai e mãe, e entre países, usando uma "bondade venenosa" que é o contrário de bondade.

Meluzzi ataca o Papa Francisco dizendo que não pode xingá-lo naquele ambiente, e que cita que Francisco abriu as portas do Vaticano para todos mas depois expulsou os mendigos que começaram a urinar, sendo hipócrita. Falei disso aqui no blog.

Meluzzi condena a política europeia de abrir as portas para os imigrantes, chama isso de irresponsabilidade que usa "falsa bondade".

Disse que a fé e a razão podem andar de mãos dadas apenas com base na cultura cristã, não com base na cultura islâmica.

Cultura islâmica solta gera o triunfo do Estado Islâmico.

Condena Obama e Soros que combinados procuraram destronar Assad na Síria, que protege os cristãos.

Termina falando do futuro negro da Itália, com os italianos se casando menos, tendo menos filhos e aceitando milhões de muçulmanos.

Defende um revolução cristã liberal para defender a Itália.

O discurso ocorreu no seminário da Atreju de 2017, que reúne jovens italianos.

Esse discurso dele é destaque no site católico americano Canon 212.


17 comentários:

Isac disse...

QUE APAREÇAM MAIS DESSES PSIQUIATRAS...
Tem-se de ser um contrarevolucionario e promover uma desintoxicação das mentes da peste que é o marxismo, cujo líder à época afirmou com razão: A IMPRENSA É A NOSSA MAIOR ARMA DE NOSSO PARTIDO - Stálin.
Assim, comprando ou INFILTRANDO toda a midia de comunicação de massas, os comunistas subvertem o povo para inexistirem confrontações para domesticarem as mentes e alienarem a todos, desde as escolas infantis, contando com infiltrados dentro da Igreja, não poucos.
Não foi de como agem ainda aqui os maus elementos do PT-PSDB, PSOL, PDT, PC do B e mais PCs, com virulencia total antes de surgimento das benditas REDES SOCIAIS independentes, antimarxistas, hoje desmascarados?
Qto ao papa Francisco, comportaria em certos pontos como um das esquerdas, não deixando em muito de as auxiliar, doravante bastante confrontado, por diversos tido como um deles.

Doraci Natalino de Souza disse...

Bom dia a todos! Penso que essa matéria exige estudo e estudo mais empíricos do que científicos. Sinto com sinceridade, digo com a alma, que marxismo e cristianismo nos exageros idealistas acabaram se encontrando na estrada. Entre teólogos marxistas e teólogos cristãos liberais não há diferença. O cristianismo também foi, no fundo, seduzido pelo pensamento platônico. Aqui está o problema. Marxistas e cristãos não aceitam isso. Precisamos, urgentemente, da produção de pensamentos e exemplos práticos de vida tal qual nos propôs Jesus de Nazaré. A distância Dele custa caríssimo a todos nós. "Navegar é preciso, viver não é preciso". O Estado busca precisão, A Igreja também, a vida não é preciso nesse sentido. Disse Jesus: "Eu vim para q tenham vida é vida intensa! Abraço a todos!

Pedro Erik disse...

Cara Doraci, o radicalismo cristão não leva ao marxismo, mas ao contrário dele. O radicalismo cristão é São Francisco de Assis ou São Tomás de Aquino, vida plena em Cristo e no serviço aos outros.
O radicalismo marxista, ao contrário, leva e levou à morte milhões de pessoas. Leia o "Livro Negro do Comunismo".

Abraço,
Pedro Erik

Doraci Natalino de Souza disse...

Caríssimo, penso q não entenderes o q falei. Por acaso o cristianismo não levou a morte ninguém? Os historiadores que o digam, nem Calvino ficou fora dessa. Inté!

Doraci Natalino de Souza disse...

Boa tarde a todos! O que desejei levantar pra reflexão, foi: que o marxismo tem um idealismo imanente e o cristianismo um idealismo transcendente. Ambos pregam a liberdade e salvação para o homem. O marxismo na terra e o cristianismo fora da terra. O q desejei dizer é: Jesus de Nazaré não mordeu essa isca. Por isso estamos nessa situação. Ok?

Pedro Erik disse...

Escrevi um livro sobre as "mortes cristãs", carissima.

Procure por "Teoria e Tradição da Guerra Justa" está em todos os sites de livrarias no Brasil.

Guerra e mortes podem ser uma forma de caridade, como disse Santo Agostinho. Mas marxismo é morte pelo poder, pelo dinheiro, pelo demônio.

Grande abraço,
Pedro Erik

Doraci Natalino de Souza disse...

Estava escrever e falhou: Jesus de Nazaré trouxe-nos a vida e não a morte. Eu não defendo o marxismo e não defendo TB o cristianismo, penso que precisamos pensar e produzir uma boa consciência. Vc acusou o marxismo por matar pelo demônio e defendeu o cristianismo por matar em nome de Deus. veja só! Reflita, vc não precisa receitar livros......Disse Nietzsche um dia: "mais um século de leituras, até os espíritos estarão defendo". Conheces esse autor? Um forte abraço!!!

Pedro Erik disse...

Nietzsche? Hummm...aquele queria superar Cristo, que disse que Deus morreu em nome de um "super homem", pai ideológico do nazismo que morreu louco?

Eu até acho que a culpa não é toda dele, o legalismo de Kant e o idealismo de Hegel, com seu "Absoluto" que não era transcendente e sua dialética histórica estúpida também criaram Hitler.

Boa consciência? Hitler disse que tinha a consciência tranquila. Stalin matou 20 milhões em nome do paraíso. Aliás, aí o nazismo encontra o comunismo, em Hegel.

Mao Tse Tung matou 65 milhões superou todos nesse quesito.

Sim, o cristianismo pode matar em nome de Deus e em nome da vida. Sim, desde Abraão até Cristo.

Abraço,
Pedro Erik

Pedro Erik disse...

Doralice,

Não creio que o marxismo seja imanente, acho que Marx dispensou esse aspecto hegeliano.

E o cristianismo é ambos: transcendente e imanente.

Mas sim, os cristãos são "estrangeiros" na terra.

Não sei de que "situação" você fala.

Abraço,
Pedro Erik

Pedro Erik disse...

Perdão, Doraci, não Doralice, perdão.

Doraci Natalino de Souza disse...

Pedro: com todo respeito que vc merece, não posso concordar com suas ideias e sua visão de mundo tanto teológica como filosoficamente. Um dia talvez vc venha a pensar de outra forma, mas esse caminho que vc trilha já passei por ele há anos, anos..... Pelo pouco que vc falou sobre Nietzsche demonstrando muito desprezo por ele, deu para notar seu imenso desconhecimento sobre o autor, sua história e seus pensamentos. É de bom alvitre não falar assim sobre autor q não se é conhece ou aprendeu algo sobre ele TB de quem não o conhecia. Eu estudo há mais de vinte e cinco anos autores da crítica da cultura e fax que não tamanha inverdade e bobagens a respeito de um pensador extraordinário e pouco conhecido mesmo. Você não tem culpa de não nada sobre Nietzsche, claro que não, mas tem responsabilidade com o que diz de tão imprudente. Depois do que ouvi de alguém que se diz escritor, parto na paz, fiquemos em paz. Um dia estaremos juntos para refletir mais. Tudo de bom a todos!

Pedro Erik disse...

Minha cara, já estudei muito Nietzsche, ele não merece meu respeito. Uma desgraça para a história e a filosofia. Sinto você ser fã dele. Mas eu o desprezo. Ele é o cume da Idiotice que começou em William de Ockham.

Muito obrigado, pelos seus comentários.

Abraço,
Pedro Erik

Doraci Natalino de Souza disse...

Pedro: confesso que gostei muito de debater com vc. Gosto muito mais dos que discordam de mim dos que concordam. Gosto mais das críticas do q elogios. Mas confesso também q fiquei surpreso de sua visão tão negativa sobre Nietzsche. E mais ainda quando disse q estudou Nietzsche. Temos pensamentos divergentes. Fico pensando assim: ainda bem que Gilles Deleuze, Guatarri, não pensaram como vc a respeito de Nietzsche e nem também os professores brasileiros: Luiz Fuganti da Escola Nômade de filosofia, Scarlatti Marton, Luiz
Orlandi........ Nem cheguei a perguntar se vc gosta do Baruch Espinoza. Forte abraço!!!!! Vamos q vamos!!

Pedro Erik disse...

Minha cara, infelizmente, também detesto Spinoza. Um judeu que foi excomungado pelos judeus aos 20 e poucos anos, que trouxe panteísmo para filosofia. O idealismo alemão fugiu dele, tentando não ser panteísta mas ao mesmo tempo defendendo imanência do "absoluto".

Hoje Spinoza é adorado por ambientalistas, por conta de sua "Natureza".

Foi ótimo debater filosofia com você. Aprendi muito.

Por ser fã de Nietzsche, não deve seguir o cristianismo, mas desejo que Deus lhe abençoe.

Feliz 2018.

Abraço,
Pedro Erik

Doraci Natalino de Souza disse...

Pedro: sinceramente, penso que vc por causa da necessidade em acreditar no cristianismo este sim, platônico, mergulhado no supra sensível, mundo das idéias, sem qualquer dúvida, na negação total do afeto e do corpo, daí porque penso que vc confunde, tendo única saída para essa confusão, a necessidade de acompanhar pensamento tradicional, repetitivo, sem criatividade, cheio de julgamento infeliz, como por exemplo, achar Spinoza panteísta. Essa ideia tem a intenção de desqualificar Spinoza,e, é mais velha do que andar pra frente. Ledo engano! Spinoza apenas mostra aos judeus e cristãos o tamanho de seu erro interpretativo da realidade. Uma coisa é o Deus q nos criou, outra é o deus que nós criamos. Isso judeus e cristãos nunca tiveram coragem de admitir, preferem o caminho da violência e da intolerância. Não têm coragem para afirmar a vida assim como Jesus de Nazaré nos ensinou. Preferem nega-la para viverem entre os mortos. Disse Jesus: ...." Deixai os mortos enterrar seus próprios mortos...". Quero q vc reflita sobre outro texto bíblico. Os discípulos buscaram de Jesus um conceito, talvez "platônico", RS, quando lhe perguntaram a cerca do Espírito de Deus, o q respondeu Jesus: " O Espírito de Deus é semelhante o vento, ninguém sabe de onde vem, nem pra onde vai, ouve-se seu barulho, sente-se sua presença...." Que epifania do afeto! Seria Ele, Jesus, pra você um panteísta? Ahhhhh!! Essa não!!! Forte abraço irmão. Creio no Deus q nos criou e em Jesus que nos trouxe a profecia da diferença!!! Segui-lo, Pedro, penso que é quase que uma sentença de morte...., Mas não é, é Vida Intensa! Abraço!!!!! Até um dia!!!

Doraci Natalino de Souza disse...

Pedro: sinceramente, penso que vc por causa da necessidade em acreditar no cristianismo este sim, platônico, mergulhado no supra sensível, mundo das idéias, sem qualquer dúvida, na negação total do afeto e do corpo, daí porque penso que vc confunde, tendo única saída para essa confusão, a necessidade de acompanhar pensamento tradicional, repetitivo, sem criatividade, cheio de julgamento infeliz, como por exemplo, achar Spinoza panteísta. Essa ideia tem a intenção de desqualificar Spinoza,e, é mais velha do que andar pra frente. Ledo engano! Spinoza apenas mostra aos judeus e cristãos o tamanho de seu erro interpretativo da realidade. Uma coisa é o Deus q nos criou, outra é o deus que nós criamos. Isso judeus e cristãos nunca tiveram coragem de admitir, preferem o caminho da violência e da intolerância. Não têm coragem para afirmar a vida assim como Jesus de Nazaré nos ensinou. Preferem nega-la para viverem entre os mortos. Disse Jesus: ...." Deixai os mortos enterrar seus próprios mortos...". Quero q vc reflita sobre outro texto bíblico. Os discípulos buscaram de Jesus um conceito, talvez "platônico", RS, quando lhe perguntaram a cerca do Espírito de Deus, o q respondeu Jesus: " O Espírito de Deus é semelhante o vento, ninguém sabe de onde vem, nem pra onde vai, ouve-se seu barulho, sente-se sua presença...." Que epifania do afeto! Seria Ele, Jesus, pra você um panteísta? Ahhhhh!! Essa não!!! Forte abraço irmão. Creio no Deus q nos criou e em Jesus que nos trouxe a profecia da diferença!!! Segui-lo, Pedro, penso que é quase que uma sentença de morte...., Mas não é, é Vida Intensa! Abraço!!!!! Até um dia!!!

Pedro Erik disse...

Doraci, cristianismo não é platônico. Não diga isso.

Apenas Santo Agostinho usou Platão. Assim como São Tomás de Aquino usou Aristóteles com muito mais sucesso.

Cristianismo é Cristo

Essa análise de Spinoza é velha porque é verdade. Leibniz viu isso. Fichte e Hegel também. E os ambientalistas radicais de hoje corroboram.

Aliás, da filosofia alemã o melhor foi Leibniz, depois dele daí a decadência foi absurda.

Até mais.

Abraço,
Pedro Erik